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terça-feira, 4 de agosto de 2015

A Amazônia pode sumir - Brasil

Imagem: Portal Amazônia
A pecuária, a agricultura, a extração ilegal de madeira, as queimadas e a seca podem destruir até 55% da Amazônia até 2030, segundo um estudo do grupo ambiental WWF, apresentado na conferência da ONU para mudanças climáticas, em Bali, realizada em dezembro de 2007.

Um dos perigos das queimadas, segundo o relatório, é que as plantas mais resistentes ao fogo sejam substituídas por outras de fácil combustão, o que agravaria ainda mais a situação, em função dos danos causados pelas queimadas, derrubadas de madeira seca.

O estudo aponta ainda que a destruição da maior floresta tropical do planeta vai influenciar o regime de chuvas nas regiões mais remotas. Além disso, o desmatamento da Amazônia, se continuar no mesmo ritmo, vai liberar entre 15 a 26 toneladas de carbono na atmosfera. Nas próximas décadas, áreas importantes para a biodiversidade da região, como a floresta de babaçu, no Maranhão, poderiam desaparecer, provocando a extinção de inúmeras espécies.

Mas ainda há certo otimismo. O mesmo relatório aponta que, ao contrário do que se esperava, as regiões de clareira podem se regenerar e no prazo de 15 anos. Até então, muitos estudos apontavam a regeneração da floresta como impossível. Um outro estudo, anteriormente realizado pelo INPE (instituto nacional de pesquisas espaciais), era um pouco mais otimistas, porém não menos preocupantes.

Segundo o instituto, a amazônia terá apenas 53% de sua cobertura vegetal em 2050. Para se ter uma ideia da destruição, atualmente a floresta ainda preserva 82% de sua cobertura original (2010). Como consequência, a temperatura na região aumentará entre 2 e 8 °C até 2100, deixando o clima seco e provocando a savanização da área. Os níveis dos rios podem cair consideravelmente e o ar mais seco aumentar a ocorrência de incêndios.

O relatório aponta ainda que o desmatamento da Amazônia, se continuar nos índices atuais, vai afetar regiões brasileiras, um exemplo é o Semiárido Nordestino, onde as temperaturas podem subir de 2 a 5 °C. A região, conhecida pela seca, ficará ainda pior, agravando o problema social e aumentando a migração das pessoas para outras regiões, gerando um novo tipo de refugiado: o ambiental.

Fonte do texto: Amazônia.org.br

Como vocês puderam observar, trata-se de um texto produzido no ano de 2010, ano em que o desmatamento cresceu muito (ainda cresce). Agora eu pergunto a vocês: Quão grande é a veracidade desse texto? Hoje, no ano de 2015, vocês estão sentido tudo que foi alertado no texto acima, caso o desmatamento continuasse? Alguns podem não ter percebido ainda, mas logo vão poder enxergar  o desastre que o desmatamento da Amazônia pode provocar em todo país. A região nordestina será a mais atingida, justo aquela que mais é massacrada pela seca, ficará ainda pior. Hoje podemos ver São Paulo numa situação pouco parecida, a maior cidade do país, sofrendo as consequências da exploração ambienta amazônica.

Costumava ser assim antes!
Os avisos foram muitos, mas nenhum foi dado a atenção necessária. O tráfico ilegal de madeira continua. O calor está aumentando, e as chuvas em algumas regiões, é praticamente escassa. Procuramos um culpado, mas ele não existe. Porque o que existe são os culpados. E esses mesmos culpados também serão as vítimas. Que sofrerão as piores consequências, porque:
"Quando a ultima arvore cair, quando o ultimo rio for poluído, quando o ultimo solo for contaminado e quando ultimo animal for abatido. O ser humano vai entender, que dinheiro não é coisa que se come ou bebe". 
Tribo Indígena  

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